segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Movimentos subtis
Não arrisco a classificar esta notícia/análise como inédita, uma vez que não li todas as edições do Gara, diário basco próximo das teses independentistas radicais que rodeiam a ETA. No entanto, é muito raro um tratamento tão benevolente para com um dirigente do Partido Socialista. Em geral, o Gara trata com grande hostilidade os políticos socialistas e populares, vistos quase como inimigos e invasores. Neste caso, é necessário notar que Patxi López é o chefe do governo basco, tendo a sua chegada ao poder, em Maio de 2009, sido fortemente criticada pela esquerda radical. Outra interpretação, pode levar-nos a pensar que estas palavras têm como objectivo debilitar a aliança espanholista entre socialistas e populares (recorde-se que o PP é avesso a qualquer tipo de negociação).
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