O Governo, pela voz do ministro do Interior, aparentemente,
mantém uma posição dura em relação ao comunicado da ETA. Parece haver aqui uma preocupação a dois níveis: não acicatar os protestos da direita, que voltará à carga com a argumentação anti-negociação, logo que veja que isso lhe é útil em termos eleitorais; e não transmitir uma imagem de inocência, como em 2006, quando o Governo surgiu como o grande enganado do processo de negociação.
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