A ETA actual não pode ser encarada como um agente homogéneo com vontade claramente definida e isto gera uma aparência de irracionalidade nas suas acções: terá declarado um cessar-fogo, aparentemente na ilusão de se poder fortalecer? Mas não é mais do que óbvio que o Estado espanhol se encontra mais do que fortalecido nesta matéria e que não tem margem para qualquer cedência, dados os enganos em que tem caído? O que pretende, então, a ETA? Provavelmente nem ela sabe. Nem ele, nem nenhum dos homens que a compõem. Confusão típica de um fim apocalíptico? Quem sabe...
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