As movimentações dos presos da ETA são essenciais para descortinar alguma coisa a respeito do futuro próximo da organização. No entanto, faço um alerta. Podemos encarar o que é publicado no El País, no que diz respeito à luta anti-terrorista, de duas formas: como um trabalho que contém informações relevantes e inéditas, pela proximidade deste diário aos socialistas espanhóis, actualmente no governo; ou como uma mensagem que esse mesmo governo pretende fazer passar à sociedade e à envolvente da ETA, através de um órgão de comunicação que lhe é próximo. A bem da higiene informativa, espero que a primeira hipótese seja a mais provável.
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